FME termina com debate sobre Gestão Democrática - A Educação como Direito Humano

Lunes 10 de febrero de 2014

Autor: Prefeitura de Canoas

Editorial y canal: Prefeitura de Canoas

Tipo de documento: Artículo

Idioma: Español

Tema: Educación

Palabras clave: Capital, direito humano, educação, imigrantes, monopólio y mulheres.

Países y regiones: Brasil

O último debate do Fórum Mundial de Educação Temático - Pedagogia, Região Metropolitana e Periferias (FMEPRMP), realizado nesta quinta-feira (23), provocou grande reflexão no público presente. O tema foi Gestão Democrática - A Educação como Direito Humano.

Com moderação de Claudir Nespolo, do Instituto Integrar, da Central Única dos Trabalhadores, e relatoria de Rozane Zirmmer, da Educação Popular, o encontro teve a participação da ministra-chefe da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Maria do Rosário, do secretário de Imprensa da Federeción de Docentes de las Universidades (FEDUN), Marcelo Gonzalez Magnasco, da relações públicas e gerente de projetos da DW Internacional, da Jordânia, Alaa’Abu Karaki e do vice-prefeito e encarregado pela área de Educação de Pikine, Região Metropolitana de Dakar (Senegal), Moussa Ndiaye. O primeiro a usar a palavra, Marcelo Gonzalez Magnasco, agradeceu à refeitura de Canoas pela oportunidade e lembrou que não devemos tratar o sofrimento com algo natural. Falou também que as pessoas com menos oportunidades de trabalho acabam buscando emprego em outros países, citando imigrantes mexicanos que vão para os Estados Unidos.

"O desafio é o processo de democratização da produção áudio visual", lembrou Gonzalez. O argentino disse que a grande maioria das pessoas assiste muito cinema e TV a cabo norte-americana. Complementou dizendo que o sistema de distribuição não divulga de forma igual o cinema latino-americano. O monopólio da TV a cabo foi algo destacado por Gonzalez. "Quem controla as distribuições de filmes e canais de TV, controla nossa visão de mundo", completou.

Educação na Jordânia

A gerente de Projetos da DW Internacional, da Jordânia, Alaa’Abu Karaki, relatou os problemas políticos de seu país. Disse que a educação é comum no mundo, não na Jordânia. Comentou que a Jordânia tem 20 vilas e todas possuem educação para adultos, lembrando que a renda de alguns é de menos de US$ 100 por mês. Complementou dizendo que os cursos profissionalizantes ajudam as mulheres de seu país a ter uma nova perspectiva de mundo, e a possibilidade de ter uma vida com dignidade.

O vice-prefeito e encarregado da área de Educação de Pikine (Senegal), Moussa Ndiaye, situou o seu país, geograficamente, para o público presente. Disse acreditar plenamente que um outro mundo é possível. Salientou a colonização francesa e o início da educação no Senegal, dizendo que isso era um objetivo dos colonizadores.

Exploração de capital

A ministra-chefe da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Maria do Rosário, lembrou que Senegal sediou o Fórum Social Mundial em 2011, agradecendo ao país africano. Também destacou a época de escravidão no Brasil. "A exploração de capital não tem compromisso com a classe humana", falou Maria do Rosário. Segundo ela, as guerras e a violência atrasam o processo educacional. Sobre a educação, a ministra apontou ser um direito humano ao longo de toda a vida, e que a escola deve ser acessível para que os alunos permaneçam nela e tenham educação de qualidade.

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