Bárbara Figueroa se reúne com MUMS para coordenar ações conjuntas

quinta-feira 1 de Agosto de 2013

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Autor: CUT.

Editora e Canal: Central Unitária de Trabalhadores do Chile (CUT).

Tipo de documento: Notícia.

Língua: Espanhol.

Assuntos: Direitos trabalhistas.

As palavras-chave: Direitos humanos, diversidade sexual, LGTBI e salário digno.

Países e Regiões: Chile.

A presidente da CUT se reuniu com uma delegação do Movimento pela Diversidade Sexual MUMS, capitaneada pelo seu presidente José Luis Díaz, em um encontro protocolar para analisar ações comuns na promoção dos direitos humanos da diversidade sexual no mundo do trabalho.

O encontro formal da Presidente da CUT com a delegação capitaneada pelo presidente do MUMS, José Luis Díaz e composta, também, por Rodrigo Jiménez, Rocío Gajardo e Elías Jiménez, ocorreu terça-feira, 30 de julho.

“O MUMS não é um movimento gremial. Entenda-se que não é uma mera organização de lésbicas, homossexuais e pessoas trans que ergue bandeiras de luta individualistas, e sim um movimento que busca mudanças políticas, econômicas, sociais e culturais, visando a um Chile novo, uma sociedade que exige hoje igualdade de direitos junto aos seus trabalhadores, trabalhadoras, estudantes, cidadãs e cidadãos, onde se vive, também, a diversidade sexual” afirmou o presidente do MUMS José Luis Díaz.

Após o encontro, Díaz avaliou “a reunião como excelente, conseguimos instalar as necessidades da população LGTBI no mundo do trabalho; somos sujeitos que também participamos das grandes decisões que existem no país ao exigir um salário digno, medidas trabalhistas dignas e a incorporação de um tratamento no trabalho que esteja à altura dos direitos humanos. Juntos, podemos construir uma sociedade mais justa que zele pela satisfação e a dignidade de todos e não haja cidadãos de primeira e se segunda classe. Esta é a primeira aproximação que nos abre as portas para continuar trabalhando juntos, e chegar a obter uma plataforma na que a diversidade sexual também seja visibilizada e validada como sujeito de direito,” concretizou Díaz.

Por sua vez, a Presidente da CUT assinalou que “hoje existe a disposição da Central Unitária de Trabalhadores de abordar as temáticas da Diversidade Sexual, não como tarefa pendente, até porque antigamente não foram tratadas, e sim como reconhecimento à tarefa que realizaram dirigentes sindicais que tinham colocado este assunto, que ora já faz parte do nosso discurso. A desigualdade do Chile se supera, a partir do mundo do trabalho, avançando em direção à construção de uma nova sociedade, interligando as demandas em apoio e convencimento de um Chile novo. Hoje em dia, a CUT oferece este fortalecimento e disposição de trabalho em parceria”, afirmou Figueroa.

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