Países da região discutirão políticas de igualdade de gênero na República Dominicana

quarta-feira 9 de Outubro de 2013

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Autor: Comissão Econômica para América Latina e o Caribe (CEPAL).

Editora e Canal: CEPAL.

Tipo de documento: Notícia.

Língua: Espanhol.

Assunto: Direitos das mulheres.

As palavras-chave: Agenda de desenvolvimento pós-2015, Consenso de Santo Domingo, desigualdades de gênero, economia digital e mulheres.

Países e Regiões: América Latina e o Caribe.

As desigualdades de gênero existentes na economia digital, que determinam tanto o desenvolvimento pessoal e profissional das mulheres, quanto o progresso dos países no quadro do novo paradigma tecnológico serão examinadas durante a XII Conferência Regional sobre a Mulher da América Latina e do Caribe, que acontecerá de 15 a 18 de outubro, em Santo Domingo, República Dominicana.

A reunião intergovernamental, organizada pela Comissão Econômica para América Latina e o Caribe (CEPAL) e o Governo da República Dominicana, será inaugurada terça-feira 15 de outubro no Hotel Hilton Santo Domingo, na presença de autoridades, funcionários internacionais, especialistas e representantes da sociedade civil e do setor empresarial da região.

A sessão de abertura será prestigiada por Danilo Medina, Presidente da República Dominicana, Alicia Bárcena, Secretária Executiva da CEPAL, Phumzile Mlambo-Ngcuka, Diretora Executiva da Entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres (ONU- Mulheres), Carissa Etienne, Diretora da Organização Pan-Americana da Saúde, Eleonora Menicucci, Ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres do Brasil, e Alejandrina Germán, Ministra da Mulher da República Dominicana.

A XII Conferência Regional sobre a Mulher focalizará a igualdade de gênero, o empoderamento das mulheres e as tecnologias da informação e das comunicações (TIC). Para alimentar o debate, Alicia Bárcena apresentará o documento Mulheres na Economia Digital: superar o limiar da desigualdade, preparado pela Comissão.

O programa inclui mesas-redondas, painéis e eventos paralelos (estes últimos organizados por outras agências das Nações Unidas e organismos da sociedade civil) que vão se centrar na relação entre desenvolvimento produtivo e igualdade, as políticas de acesso às TIC, a contribuição destas tecnologias para a saúde da população feminina, a situação das mulheres nas empresas e na ciência, e a geração de estatísticas e indicadores específicos, entre outros assuntos.

Será examinada, também, a realidade das mulheres rurais e indígenas no âmbito das TIC.

Quinta-Feira, 17 de outubro, se realizará a mesa-redonda Beijing+20: perspectivas e desafios. Representantes do governo, especialistas e ativistas, no quadro da agenda de desenvolvimento pós-2015, analisarão a situação das mulheres da região quase vinte anos depois da realização da Quarta Conferência Mundial sobre a Mulher em Beijing, China, em 1995.

Finalizada a reunião, espera-se que os países assinem o Consenso de Santo Domingo, documento que marcará a agenda da igualdade de gênero na região, nos próximos anos, como as declarações das anteriores conferências regionais realizadas em Brasília (2010) e Quito (2007).

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