Parlamento Andino faz recomendações para atendimento integral às vítimas na Comunidade Andina

quarta-feira 25 de Setembro de 2013

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Autor: Parlamento Andino.

Editora e Canal: Parlamento Andino.

Tipo de documento: Notícias.

Língua: Espanhol.

Assuntos: Direitos Humanos.

As palavras-chave: Exploração sexual, migrantes, tráfico de pessoas e vítimas do tráfico de pessoas.

Países e Regiões: Região Andina.

O parlamentar andino Héctor Helí Rojas Jiménez, da Colômbia, denunciou que as autoridades só sabem de 30 por cento dos 800.000 casos de tráfico de pessoas que existem no mundo. Por isso, exortou a Comunidade Andina a estabelecer uma pedagogia que permita diminuir esse crime transnacional.

Participando do “Fórum contra a exploração sexual–comercial e tráfico de pessoas: um silêncio para ser quebrado”, na localidade de Chapinero da capital colombiana, Rojas Jiménez advertiu: “reuniões e workshops não são suficientes. Devemos praticar uma política integral que estimule o dever cidadão de denunciar e o apoio às vítimas”.

Admitiu a propostas das Universidades de criar uma Rede contra esse fenômeno criminoso com a participação dos países andinos, a fim de gerarem políticas comuns que ajudem a combater esse tráfico ilegal que atenta contra a dignidade humana.

“Ao lado de migrantes legais, está surgindo o tráfico de pessoas na América Latina e em fronteiras de países andinos”, realçou o ex-presidente deste Organismo Supranacional. Ele reconheceu os avanços jurídicos no assunto, mas advertiu que não têm sido efetivos para refreá-lo.

O evento acadêmico e cultural realizado no Salão Nobre da Universidade Santo Tomás reuniu peritos juristas, especialistas da área de saúde e no seu âmbito foi apresentada a peça de teatro: “Claroscuro”, com um elenco formado por vítimas do tráfico de pessoas.

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