Revolução Bolivariana: o projeto de vida de Chávez

quinta-feira 14 de Março de 2013

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Autoria: ALAI – Vários.

Editora e Canal: Agência Latino-Americana de Informação (ALAI).

Tipo de documento: Revista.

Língua: español.

Assunto: Política.

As palavras-chave: Democracia, Integração regional, Mobilização social, Mulheres, Organismos internacionais, Petróleo, Política, Processos eleitorais, Socialismo.

Países e Regiões: Venezuela.

Descrição: Dossiê informativo da situação na Venezuela.

Sumário:

- Revolução Bolivariana: o projeto de vida de Chávez. ALAI.

- Às portas da Constituinte. Julio Fermín.

- O mau “exemplo” venezuelano. Luiz Inácio Lula da Silva.

- Eleições: Disputa entre ex-militares. Julio Fermín.

- A conspiração. José Rafael Caldera e Atílio Rodríguez.

- A mobilização popular foi chave na volta de Chávez. Marco A. Gandásegui, h.

- A Grande Máquina. Eduardo Galeano.

- Um Começo Novo? Aníbal Quijano.

- Entrevista a Hugo Chávez. Marta Harnecker.

- Petróleo Subversivo. Bernard Mommer.

- A encruzilhada histórica de um povo. Maximilien Arvelaiz e Moisés Durán.

- A Venezuela desconhecida. Ernesto Cardenal.

- Lei de Responsabilidade Social. Morelis Gonzalo Vega.

- Venezuela mudou para sempre. Aram Aharonian.

- Um país em transformação. João Pedro Stedile.

- O caminho venezuelano. Michael Albert.

- Venezuela bolivariana e a integração da A. Latina. Hugo Cores.

- A máquina de tecer alianças. Raúl Zibechi.

- A guerra preventiva contra Venezuela. Simon Rodríguez Porras.

- O desafio do socialismo do século XXI. Javier Biardeau R.

- Conspiradores golpistas pretendem ser mártires da liberdade de expressão. FAIR.

- O Projeto da Primeira Reforma Constitucional. Hugo Chávez Frías.

- Oportunidade para impulsionar o processo revolucionário em andamento. Éric Toussain.

- A política petroleira do governo da Venezuela à luz do conflito com Exxon Mobil. Alejandro Teitelbaum.

- Eleições regionais: febre, aspirinas, revolução e o extravasamento do lado escuro. Juan Carlos Monedero.

- 10 anos de Revolução: da visibilização da mulher a um socialismo feminista. Rebeca E. Madriz Franco.

- Reflexões sobre o processo de mudança na Venezuela e seu impacto na América Latina, no Caribe e no mundo. Eduardo Galeano e Luis Britto García.

- Uma luta contra o afro-analfabetismo governamental e o racismo da direita, Afro-descendentes na Lei de Educação. Jesús Chucho García.

- A Revolução Bolivariana e a paz. Fidel Castro.

- Governo do povo, pelo povo e para o povo. Jesse Chacon.

- Chávez diante de sua prova mais difícil. Atilio Boron.

- Chávez em campanha. Ignacio Ramonet.

- Finalmente, Venezuela no MERCOSUL. Umberto Mazzei.

- Oposição perdida. Osvaldo León.

- Obrigado ao povo venezuelano, obrigado a Chávez. Alberto Rabilotta.

- Golpe de timão. Hugo Chávez Frías.

Veja artigo em link direto e dossiê completo em link direto e PDF

Com 56 por cento dos votos na contenda eleitoral de 6 de dezembro de 1998, o militar sublevado Hugo Chávez Frías torna-se o novo Presidente da Venezuela com a promessa de convocar uma Constituinte para refundar o país, mergulhado numa crise em todos os sentidos devido às políticas neoliberais que levaram as coisas a níveis insustentáveis. Seu grupo político identifica-se como Movimento Quinta República –MVR- (inicialmente, Movimento Bolivariano Revolucionário).

A Constituinte chega e dá luz a uma Magna Carta que traça o horizonte e os parâmetros da Quinta República, cuja construção é assumida como Revolução Bolivariana, para identificar-se com o libertador Simon Bolívar que é essencial na vida de Chávez. Manifesta-se em nível doméstico e na política internacional venezuelana, principalmente ao resgatar e impulsionar os processos de integração regional que se concretizam na composição da Aliança Bolivariana para os Povos da Nossa América - Tratado de Comércio dos Povos (ALBA-TCP), da União de Nações Sul-Americanas (UNASUL) e da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (CELAC); igualmente, ao alentar as relações Sul-Sul e outros espaços. E os resultados obtidos consagraram-no como grande estrategista na geopolítica mundial.

A Revolução Bolivariana transformou a Venezuela, não só nos parâmetros econômicos que são comumente utilizados para avaliar a situação de um país, mas também em um fator central para a mobilização social: a cultura política do povo. Justamente por isso ocorre um fato inédito na história dos nossos países: o fracasso do golpe de Estado do dia 11 abril de 2002 graças à força de Chávez e à mobilização popular.

Estamos falando em um presidente pouco comum, aberto a refletir e aprender dos outros. Nesse sentido, buscou o diálogo com diferentes setores, sempre resgatou a importância da crítica e da autocrítica para consolidar o processo. De sua simpatia inicial pela Terceira Via que defendia Tony Blair, passou defender as bandeiras do socialismo, justamente quando esta perspectiva tinha ficado praticamente fora da história da humanidade.

Em uma de suas últimas mensagens (20/10/12) assinala: “… o socialismo do século XXI que ressurgiu aqui entre os mortos é alguma coisa nova; tem de ser verdadeiramente nova, e uma das coisas essencialmente novas no nosso modelo é o seu caráter democrático, uma nova hegemonia democrática, e isso nos obriga a não impor, e sim convencer, portanto, estamos falando em mídia, comunicação, argumentos, para que estas coisas sejam...”

Levando em conta a importância de aquilatar o processo diante dos novos desafios, ALAI organizou o presente dossiê com textos que tinha publicado ao longo destes 14 anos e que mostram o caminho percorrido nesse tempo.

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