Vigília em frente da Casa Branca para exigir a libertação de antiterroristas cubanos

quarta-feira 21 de Agosto de 2013

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Autor: Rádio Havana Cuba.

Editora e Canal: Rádio Havana Cuba.

Tipo de documento: Notícia.

Língua: Espanhol.

Assunto: Política.

As palavras-chave: Antiterrorismo, impunidade e injustiça.

Países e Regiões: Cuba.

Uma vigília em frente à Casa Branca acontecerá no dia 12 de setembro, data em que cinco combatentes cubanos contra o terrorismo, condenados em julgamento irregular realizado em Miami, completam quinze anos de encarceramento nos Estados Unidos.

Durante a jornada pacífica, se pedirá ao presidente Barack Obama que devolva Gerardo Hernández, Ramón Labañino, Antonio Guerrero e Fernando González à sua Pátria. Eles ainda permanecem confinados em cárceres federais, destaca comunicado do Comitê Internacional pela Liberdade dos Cinco, promotora da iniciativa.

Os participantes se apostarão na proximidade da mansão executiva com faixas nas que se poderá ler: Já é suficiente, Fim à injustiça, Não mais impunidade e Liberdade aos Cinco Cubanos Já, para chamar a atenção sobre o caso.

Ademais, os membros do Comitê Internacional e outros amigos solidários visitarão a sede do Congresso para seguir as visitas realizadas a vários legisladores em junho, durante o programa de atividades da segunda jornada 5 Dias pelos 5 Cubanos em Washington DC.

Igualmente, de 11 a 17 de setembro, o escritor canadense Stephen Kimber falará em sete eventos públicos na costa leste do país sobre seu mais recente livro O que há do outro lado do mar: A verdadeira história dos Cinco Cubanos.

Kimber também estará junto ao conceituado lingüista norte-americano, filósofo e cientista político Noam Chomsky em Boston, capital de Massachusetts, e com o membro da equipe legal dos Cinco, Martin Garbus, na cidade de Nova York.

O livro é fruto de uma longa pesquisa. O autor analisou mais de vinte mil páginas de registros judiciários do caso mais prolongado na história dos Estados Unidos.

Peritos assinalaram a irracionalidade das sentenças ditadas contra Hernández (duas cadeias perpétuas mais 15 anos de cadeia), Labañino (30 anos de cadeia), Guerrero (21 anos mais 10 meses e cinco anos de liberdade supervisada) e González (17 anos e nove meses de prisão).

René González completou 85 por cento de sua sentença de 15 anos em 2011, passou a um regime de liberdade supervisada e pôde voltar a Cuba com a condição de renunciar à sua cidadania norte-americana.

O Comitê Internacional advertiu uma e outra vez que as ações a favor da libertação desses homens devem ser potenciadas. “Não podemos esperar que eles saiam da cadeia com suas sentenças cumpridas, até porque um deles, Gerardo, tem duas perpétuas".

Um painel da Organização das Nações Unidas questionou em maio de 2005 a detenção ilegal e arbitrária dos antiterroristas cubanos, segundo concluiu à época em uma histórica sentença que recomendou remediar imediatamente essa situação. Até hoje, o governo norte-americano nada fez para resolver o assunto.

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